Autorização de uso de imagem para banco de dados digital

Queremos comunicar com muito orgulho e satisfação que estamos na fase final da digitalização de uma parte considerável do acervo de Augusto Boal.

Estes documentos serão disponibilizados de forma  inteiramente gratuita em uma plataforma digital na internet.
Para isso isso precisamos da colaboração de todos e solicitamos aos atores do Teatro Arena de São Paulo que trabalharam com Boal nos anos 60/70 ou aos seus herdeiros que nos enviem uma autorização de uso de imagem segundo o modelo que segue:

TERMO DE AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGEM E VOZ

Pelo presente instrumento, eu, ( nome completo), abaixo qualificado e assinado, AUTORIZO o Instituto Augusto Boal, organização sem fins lucrativos com sede na Cidade do Rio de Janeiro, RJ, na Rua Francisco Otaviano, 185/41, Copacabana, CEP 22080-040, inscrita no CNPJ sob nº 13.069.431/0001-56, doravante denominada simplesmente “IAB”, de forma inteiramente gratuita, a título universal, em caráter definitivo, irrevogável e irretratável, a utilizar a minha imagem e voz, registradas em atividades realizadas no Teatro Arena de São Paulo , seja através de fotos, gravações de áudio, ou audiovisuais, com o objetivo de disponibilizar tais documentos em banco de dados digital, a ser disponibilizado gratuitamente no site do IAB na internet, ou em outro website por ele indicado, no Brasil e/ou exterior, com o intuito de disponibilizar o acesso ao acervo Augusto Boal aberto ao público, para que a sua obra se mantenha viva, acessível e em uso, facilitando a pesquisa assim como a aplicação das suas técnicas.

Por esta ser a expressão da minha vontade, declaro que autorizo o uso acima descrito sem que nada haja a ser reclamado a título de direitos conexos à minha imagem ou a qualquer outro, e assino a presente autorização em 02 vias de igual teor e forma.

O instrumento é firmado em caráter irrevogável e irretratável, ficando eleito o foro da Comarca da capital do Rio de Janeiro para dirimir quaisquer dúvidas oriundas deste Termo.

Lugar e data
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 Nome:
Identidade:
CPF:
Endereço:
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Testemunha 1:
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Testemunha 2:
Queremos aproveitar esta ocasião para agradecer mais uma vez à equipe encabeçada pela historiadora Celia Leite Costa que com tanto cuidado e dedicação realizam esta delicada tarefa.
Celia, Charlyne, Anita, Thais, muito obrigada!

 

O dramaturgo Chico de Assis

Via Blog Refletor

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Depois de anos sem nos ver, encontrei Chico de Assis esta semana, em Brasília, contente por estar sendo homenageado com a Ordem do Mérito Cultural e cheio de projetos. O paulistano Chico de Assis, 80 anos bem vividos, é um dos maiores dramaturgos brasileiros no sentido mais moderno, contemporâneo, deste ofício. Ainda adolescente foi trabalhar na nascente TV Tupi e começou sua aventura artística pilotando uma câmera. Esteve quase dez anos metido nos estúdios de televisão. Continuar lendo

Coisas de Jornal no Teatro

Eduardo Campos Lima lança, na quarta-feira, 29, seu livro Coisas de jornal no teatro, pelas Outras Expressões.

A publicação traz um panorama do teatro de agitação e propaganda que, no Brasil, teve sua maior expressão no Teatro de Arena, com a técnica do Teatro Jornal desenvolvida por Augusto Boal, nos anos 1970.

O livro está disponivel na loja virtual Expressão Popular

Coisas de jornal no teatro, de Eduardo Campos Lima

Dia 29/10, às 19h30
Teatro Studio Heleny Guariba
Praça Roosevelt, 184 – São Paulo

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Augusto Boal: o subversivo maravilhoso

Veja matéria publicada na revista Outras Palavras sobre a trajetória de Boal

Encenação de “Murro em ponta de faca”, do Boal, com direção de Paulo José, em 2013. Em cena, Laura Haddad, Gabriel Gorosito, Erica Migon, Sidy Correa, Abílio Ramos e Nena Inoue (Foto: Roberto Reitenbach)

Encenação de “Murro em ponta de faca”, do Boal, com direção de Paulo José, em 2013. Em cena, Laura Haddad, Gabriel Gorosito, Erica Migon, Sidy Correa, Abílio Ramos e Nena Inoue
(Foto: Roberto Reitenbach)

Boal queria transformar o mundo. Queria um mundo em que as pessoas pudessem se realizar em todo seu potencial. Quando voltou dos Estados Unidos, em 1956, veio com uma das mais poderosas armas para o desenvolvimento humano. Veio com o teatro incorporado a seu ser, acreditando que Stanislavski o ajudaria a levar a cabo a revolução cultural necessária. E reinventou o teatro. Continuar lendo