Discurso de Boal em reeleição do Lula, 2006

Os textos de Boal são sempre tão atuais e tão presentes. Compartilhamos então, com vocês, a fala que ele preparou para discurso em função da vitória do Lula em sua reeleição, feito no Canecão em 2006. 

No vídeo Augusto Boal proferindo o discurso e abaixo o texto na íntegra:

17 de Outubro, Rio de Janeiro

“Companheiras e Companheiros,

eu quero lembrar àqueles que são da minha idade – e quero revelar aos menorzinhos -, que errar faz muito bem à saúde… desde que se aprenda. Nós aprendemos muito, aprendemos que não podemos continuar errando os mesmos erros que erramos no nosso passado político. Nunca mais os erros de 64: nunca mais a divisão.

Como cada um de nós é uma unicidade, é natural que, mesmo quando pensamos a mesma coisa, pensemos essa mesma coisa de forma diferente. Cada gêmeo, cada família, cada torcedor de um mesmo time, cada membro de uma mesma associação antifascista, cada militante de cada partido político de esquerda, por mais que tenha, com os demais, um sólido denominador comum, pensa de forma diferente a mesma coisa igual. Isso é maravilhoso, é assim que se avança: cotejando opiniões, dialogando entre companheiros, manifestando dúvidas e hesitações. Continuar lendo

Teuda Bara lê “Aqui ninguém é burro” de Augusto Boal

No início da década de 1990, Augusto Boal é eleito vereador do Rio de Janeiro pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Realizou seu mandato na Câmara de Vereadores entre 1993 e 1996. Ao final, publicou um livro chamado “Aqui ninguém burro”, com alguns de seus pronunciamentos-desabafos. O Instituto Augusto Boal convidou algumas pessoas para lerem trechos do livro. Teuda Bara, integrante do Grupo Galpão, lê trecho do capítulo “As leis do mercado e a lei do leão”.

Inês Peixoto lê “Aqui ninguém é burro” de Augusto Boal

No início da década de 1990, Augusto Boal foi eleito vereador do Rio de Janeiro pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Realizou seu mandato na Câmara de Vereadores entre 1993 e 1996. Ao final, publicou um livro chamado “Aqui ninguém burro”, com alguns de seus pronunciamentos-desabafos.

O Instituto Augusto Boal convidou algumas pessoas para lerem trechos do livro. Inês Peixoto, integrante do Grupo Galpão, lê trecho do capítulo “Diretos Humanos são humanos”.

Celso Frateschi lê “Aqui ninguém é burro”

No início da década de 1990, Augusto Boal é eleito vereador do Rio de Janeiro pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Realizou seu mandato na Câmara de Vereadores entre 1993 e 1996. Ao final, publicou um livro chamado “Aqui ninguém burro”, com alguns de seus pronunciamentos-desabafos.

O Instituto Augusto Boal convidou algumas pessoas para lerem trechos do livro. Celso Frateschi, figura de fundamental importância para o Teatro de Arena e o Teatro Jornal, lê o capítulo “Elizete: a mulher do espelho”.

Boca no Trombone! – O mandato político de Augusto Boal

No início da década de 1990, Augusto Boal foi vereador do Rio de Janeiro pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

Augusto Boal transformou a política tornando seus assessores os membros do Centro de Teatro do Oprimido e utilizando o teatro como método para a formulação de leis.

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O mês de Agosto será destinado a divulgação do trabalho de Boal como vereador e o Teatro Legislativo. #Boalvereador