Augusto Boal no Peru

Em Setembro o Instituto Augusto Boal dedicará suas publicações a difusão do Teatro latino-americano, apresentando diversos grupos e suas conexões com o trabalho de Augusto Boal.

Em 1970 após o AI-5 (Ato Institucional numero 5) o Teatro de Arena viaja para fora do Brasil em turnê para Nova York, México, Peru e Argentina com as peças “Arena conta Zumbi”e “Arena conta Bolívar”.

Acervo Instituto Algusto Boal

Augusto Boal, Cecilia Thumim, Fabian Boal, Fernando Peixoto e duas pessoas não identificadas.

A foto encontra-se também em nosso acervo online: http://www.acervoaugustoboal.com.br/

 

Homenagem a Augusto Boal no Salon du Livre, em Paris

F_43e59f92ffbc7359e8c52c873163131e54b7d71e2f7b7É com grande satisfação que o Instituto Augusto Boal comunica que, por iniciativa da curadora Guiomar Lagrammont, será realizada, no dia 23 de março, no Salão do Livro de Paris, uma homenagem ao teatrólogo brasileiro Augusto Boal.

Participarão do evento o teórico de teatro Olivier Neveux, professor da universidade da Sorbonne, e os atores Maurice Durozier, Eve Doé-Bruce e Aline Borsari, membros do Théâtre de Soleil, que farão a leitura para o público de uma entrevista dada por Boal na França durante os anos do seu exílio.

Cabe ressaltar que o Brasil é o país homenageado nesta edição 2015 do Salon du Livre.

A entrevista que será lida durante o evento está disponível no blog.

Tonteei

 

Canção do espetáculo OS QUE FICAM (2015), sobre a trajetória de exilados políticos nos anos 1970, apresentado no quadro da exposição Augusto Boal, no CCBB do Rio de Janeiro.
Música de Martin Eikmeier, letra de Sérgio de Carvalho.

Lançamento do livro O exílio de Augusto Boal, de Clara de Andrade

O exílio de Augusto Boal_ convite_Clara de Andrade

Na quarta, 19 de novembro, às 19h, vai ter o lançamento do livro O exílio de Augusto Boal – Reflexões sobre um teatro sem fronteiras, de Clara de Andrade, pela editora 7letras, na Livraria da Travessa de Botafogo.

O livro aborda a internacionalização do teatro de Augusto Boal através da experiência do exílio político, baseando-se na sua produção mas também em correspondências e reportagens feitas no exterior, até seu retorno ao Brasil – e sua recepção pelo meio artístico brasileiro. Leia o release completo aqui.

Augusto Boal: o subversivo maravilhoso

Veja matéria publicada na revista Outras Palavras sobre a trajetória de Boal

Encenação de “Murro em ponta de faca”, do Boal, com direção de Paulo José, em 2013. Em cena, Laura Haddad, Gabriel Gorosito, Erica Migon, Sidy Correa, Abílio Ramos e Nena Inoue (Foto: Roberto Reitenbach)

Encenação de “Murro em ponta de faca”, do Boal, com direção de Paulo José, em 2013. Em cena, Laura Haddad, Gabriel Gorosito, Erica Migon, Sidy Correa, Abílio Ramos e Nena Inoue
(Foto: Roberto Reitenbach)

Boal queria transformar o mundo. Queria um mundo em que as pessoas pudessem se realizar em todo seu potencial. Quando voltou dos Estados Unidos, em 1956, veio com uma das mais poderosas armas para o desenvolvimento humano. Veio com o teatro incorporado a seu ser, acreditando que Stanislavski o ajudaria a levar a cabo a revolução cultural necessária. E reinventou o teatro. Continuar lendo