Tá na Rua Convida

O Instituto Boal consta de uma diretoria e de um conselho consultivo.
Publicando hoje esta noticia enviada por e-mail por Amir Haddad , que é um dos seus membros, queremos inaugurar uma seçao dedicada a informar de forma sucinta as atividades que os membros do Conselho estão desenvolvendo.
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Caríssimos amigos,

É um convite,  uma intimação, uma sugestão, uma mobilização, ou tudo isto junto. Mas seja o que for, acontece que no dia  31/10/2011 o TNR e a Escola Carioca do espetáculo Brasileiro, promovem um debate público sobre a questão das “Artes Públicas e de Políticas Públicas”.

Para que o papo não seja só teórico estamos pensando em fazer um  grande oficinão público, com o tema “Rio de Janeiro, A cidade e a Lapa” . Estamos chamando isto de “Adeus  a Lapa”. Pode ser bonito, com a músicas que nós conhecemos, as roupas que nós  transformamos, no espaço em demolição do anfiteatro da Lapa, onde vivemos tantas emoções!!!. De como a arte pode discutir  (e deve)  uma questão urbana, envolvendo o cidadão e sua relação com a cidade em que vive. E que ferramenta poderosa os processos artísticos desenvolveram para discutir esta questão de maneira lúdica contundente e, sobretudo poética. E tudo isto no espaço público, colocando a arte a serviço da transformação e integração do cidadão com o mundo em que  vive.

É  para esse exercício público de liberdade e  de liberdade e criação que estamos convidando todos, mas todos vocês.

Obra pública feita por particulares à serviço da cidade e de seus cidadãos. A Lapa está mudando, o Rio está mudando!! Como estará isto batendo no coração de cada um de nós? E de nós que vivemos e moramos, ou freqüentamos, ou trabalhamos na Lapa? Nós estamos previstos nesta modificação? Ou condenados  a morte?

Que tal fazermos estas discussões ao vivo e a cores no coração da Lapa, com as músicas do Alessandro e os adereços do TNR?

Com liberdade entre as ruínas da praça.

Após esta “Cerimônia do Adeus”, nos reuniremos todos, ainda na praça, para discutir com autoridades, políticos e amigos a questão das Artes Públicas, e de Políticas Públicas que a contemplem.

Arte Pública obra  feita por particular, só por ele. Porque o Estado não pode fazê-la. Por isso ajuda aqueles que se propõe a realizá-la, de graça

Amir Haddad

 

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